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Dra. Maria Vitória LimaCRO/MG 75659 · Ituiutaba-MG

Serviços

Próteses Dentárias em Ituiutaba-MG

Prótese dentária inferior — Dra. Maria Vitória Lima em Ituiutaba-MG

As próteses dentárias devolvem dentes perdidos, restauram a mastigação, recuperam a fonética e protegem a saúde da boca como um todo. Em Ituiutaba, a Dra. Maria Vitória Lima confecciona próteses totais e parciais removíveis com planejamento individualizado, moldagem precisa em alginato Hydrogum e parceria com laboratórios protéticos de confiança. O processo é conduzido sem pressa, com provas e ajustes finos até que a peça se torne realmente confortável, funcional e estética no seu dia a dia.

O que é Próteses Dentárias?

Prótese dentária é o termo técnico para qualquer peça odontológica que substitui dentes perdidos ou recobre dentes muito comprometidos. Quando um ou mais dentes são perdidos — por cárie avançada, doença periodontal, trauma ou idade — não é apenas estética que se perde: a mastigação fica comprometida, a fala pode mudar, os dentes vizinhos tendem a inclinar para o espaço vazio, e o osso alveolar (que sustentava o dente) começa a se reabsorver. A prótese restabelece a função e impede esse efeito dominó. Existem várias modalidades de próteses, e cada uma tem indicações específicas. As removíveis podem ser retiradas pelo paciente para higienização — incluem a prótese total (dentadura, para arcadas sem dentes) e a prótese parcial removível ou PPR (quando ainda há dentes naturais que servem como apoio). As fixas ficam cimentadas ou parafusadas no lugar, e incluem coroas (substituem a parte visível de um dente preparado), pontes fixas (substituem um a três dentes ausentes com apoio nos dentes vizinhos) e próteses sobre implantes (apoiadas em parafusos de titânio instalados no osso, podendo substituir desde um único dente até toda a arcada — caso conhecido como prótese protocolo). No consultório da Dra. Maria Vitória Lima, oferecemos diretamente as próteses removíveis — total e parcial removível convencional — que cobrem a maioria das necessidades reabilitadoras na clínica geral. Para próteses sobre implantes, ponte fixa complexa, coroas estéticas em zircônia, facetas e protocolos sobre implantes, trabalhamos em conjunto com cirurgiões-dentistas especialistas em prótese, periodontia e implantodontia da nossa rede regional — fazemos o planejamento inicial, encaminhamos para o procedimento especializado e acompanhamos o seu cuidado geral em paralelo. Isso garante que o seu caso receba a abordagem certa, com o profissional adequado para cada etapa. A escolha entre os tipos depende de vários fatores: quantos e quais dentes foram perdidos, há quanto tempo, o estado do osso alveolar, a saúde dos dentes vizinhos, a sua expectativa estética, o seu orçamento e os seus hábitos de higiene. A consulta inicial avalia todos esses pontos antes de qualquer plano definitivo.

Dra. Maria Vitória Lima planeja cada caso de prótese dentária — Ituiutaba-MG

Quando é indicado?

Quando considerar

A indicação de prótese dentária aparece sempre que há perda dentária — recente ou antiga — que esteja prejudicando função, estética ou a saúde dos demais dentes. Quanto mais tempo um espaço fica sem reposição, mais os dentes vizinhos migram para ele, o dente da arcada oposta extruda (cresce em direção ao espaço vazio), e o osso reabsorve. Por isso, a recomendação geral é não adiar: a reposição precoce preserva a arquitetura da boca e simplifica o tratamento. Há, no entanto, um período de espera importante: após uma extração, o osso e a gengiva precisam de 3 a 6 meses para cicatrizar e estabilizar antes que uma prótese definitiva seja confeccionada. Nesse intervalo, podemos usar próteses provisórias (imediatas ou interinas) para preservar estética e função até o momento certo da peça definitiva. Cada perfil de perda dentária tem a sua melhor modalidade de prótese.

  1. Perdeu todos os dentes de uma ou ambas as arcadas — indicada prótese total (dentadura)

  2. Perdeu vários dentes mas ainda tem dentes saudáveis suficientes para servir de apoio — indicada prótese parcial removível (PPR)

  3. Perdeu 1 a 3 dentes consecutivos com dentes vizinhos saudáveis — indicada ponte fixa ou prótese sobre implantes (encaminhamento)

  4. Perdeu um dente único e tem boa condição óssea — implante unitário com coroa (encaminhamento)

  5. Tem dente muito destruído por cárie ou fratura, mas com raiz preservada — indicada coroa após tratamento de canal

  6. Tem prótese antiga (mais de 5-10 anos) com folga, mau encaixe ou fratura — indicada substituição ou reembasamento

  7. Tem dificuldade para mastigar de um lado, perdas dentárias e desconforto na mordida

  8. Sente que a fala mudou após perder dentes — comum em perdas em região anterior

  9. Os dentes vizinhos começaram a inclinar para o espaço vazio

  10. Quer reverter o aspecto envelhecido causado por dentes ausentes (perda de suporte dos lábios)

  11. Tem alterações na ATM por mordida desbalanceada devido a perdas dentárias

  12. Tem dente com restauração extensa que falha repetidamente — indicada coroa para proteger o que resta

Consultório odontológico onde a Dra. Maria Vitória Lima confecciona próteses dentárias — Ituiutaba-MG

Como funciona o procedimento?

Como conduzimos o seu tratamento

A confecção de uma prótese dentária é um processo cuidadoso que envolve várias consultas espaçadas em algumas semanas, dependendo do tipo. A grande maioria do trabalho acontece no laboratório protético, mas o sucesso da peça depende inteiramente das etapas clínicas que precedem — moldagem precisa, registros adequados e provas com ajustes finos. Não é o tipo de tratamento que se faz com pressa: cada etapa tem o seu tempo, e pular ou apressar uma fase compromete o resultado. Trabalhamos com laboratórios protéticos de confiança da região; o tipo de laboratório varia conforme a peça, o tipo de prótese e a complexidade do caso — algumas próteses pedem técnicos mais especializados em estética anterior, outras em mecânica oclusal posterior.

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    Avaliação clínica e planejamento

    A primeira consulta avalia o estado geral da boca: dentes remanescentes, condição da gengiva, do osso alveolar, da articulação temporomandibular, e da arcada oposta (porque uma prótese precisa funcionar contra os dentes do outro lado). Solicitamos radiografia panorâmica para visualizar a estrutura óssea e tomografia em casos selecionados. Conversamos sobre as suas expectativas, limitações realistas, opções disponíveis e o que cada modalidade oferece. Apresentamos o plano de tratamento por escrito.

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    Preparo prévio (se necessário)

    Antes da prótese definitiva, qualquer tratamento pendente precisa ser concluído: extrações de dentes irrecuperáveis, restaurações, tratamento de canal, limpeza profissional, ajuste oclusal dos dentes que servirão de apoio (para PPR). Em casos de perda recente, aguardamos 3 a 6 meses para cicatrização óssea antes da moldagem definitiva — durante essa espera, podemos usar prótese provisória para você não ficar sem dentes na região visível.

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    Moldagem e registros

    Moldagem em alginato Hydrogum para o modelo inicial (rápida, indolor, captura toda a anatomia dos seus tecidos). Em casos que pedem mais precisão, fazemos moldagem secundária em silicone com moldeira individual feita sob medida. Registro da mordida em cera ou silicone próprio para que o laboratório monte os modelos no articulador (aparelho que simula a sua mastigação). Em próteses anteriores, definimos juntos o formato dos dentes, o tamanho, o tom — você opina sobre como quer que fique.

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    Prova em cera (mock-up)

    Antes da finalização em acrílico, fazemos uma prova com os dentes posicionados em cera sobre uma base provisória. Você experimenta na boca, vê o resultado no espelho, dá retorno sobre estética, fonética e conforto. Esse é o momento de pedir ajustes — depois que a peça é finalizada em acrílico, mudanças se tornam mais difíceis. A prova em cera é onde a maior parte das pessoas decide se está satisfeita com o resultado planejado.

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    Confecção final em laboratório

    Com a aprovação na prova em cera, o laboratório finaliza a peça: substitui a cera por resina acrílica termopolimerizável (a base da prótese), monta os dentes definitivos (em resina sintética ou porcelana, conforme indicação), polo a superfície e entrega a peça pronta. O prazo de laboratório para próteses removíveis costuma ser de 7 a 15 dias úteis. Para PPR com armação metálica, prazos podem ser um pouco maiores.

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    Instalação, ajustes finos e orientações

    Na entrega, fazemos a primeira instalação: verificamos retenção, conforto, oclusão e ajuste em todos os pontos com papel articular e fresa. Pequenos ajustes refinam o contato entre as arcadas e eliminam qualquer ponto de pressão. Saímos da consulta com a prótese em uso e orientações detalhadas: como colocar e retirar, como limpar, o que esperar nas primeiras semanas de adaptação, alimentos a evitar inicialmente, sinais de alerta. Combinamos retornos de ajuste em 1 semana, 1 mês e depois manutenção semestral.

Quanto custa?

Os valores variam conforme cada caso. Após uma avaliação clínica, apresentamos as opções de tratamento e formas de pagamento. Consulte preços e condições diretamente pelo WhatsApp.

Cuidados pós-tratamento

Cuidados depois da consulta

A adaptação a uma prótese nova exige paciência — especialmente para próteses totais, que envolvem mudanças significativas na fala, na salivação e na sensação tátil da boca. Os primeiros dias podem trazer aumento de saliva, sensação de boca cheia, dificuldade leve para falar palavras com 's' e 'r', e cansaço dos músculos da mastigação. Tudo isso é normal e melhora progressivamente: a fala se normaliza com leitura em voz alta nas primeiras semanas, a salivação se ajusta sozinha em 2 a 4 semanas, e a mastigação se readapta começando com alimentos macios e progredindo gradualmente. Pequenos pontos de pressão são esperados e exatamente o motivo dos retornos de ajuste — uma única consulta de retorno pode resolver desconfortos que parecem grandes na primeira semana. O cuidado diário com a prótese é determinante para a sua durabilidade e para a saúde da gengiva. Próteses removíveis precisam ser retiradas todas as noites — o tecido gengival precisa descansar e respirar. Dormir com a prótese aumenta o risco de candidíase (sapinho), inflamação gengival e reabsorção óssea acelerada. A higiene é simples mas não pode ser ignorada: escovação após cada uso, imersão em solução desinfetante uma vez por semana, e revisões semestrais para reembasamento e ajustes. Uma prótese bem cuidada dura entre 5 e 10 anos antes de precisar de troca; reembasamentos periódicos (refazer a parte interna que apoia na gengiva) podem ser feitos a cada 2 a 3 anos para acompanhar a reabsorção natural do osso.

  1. Retire a prótese para limpá-la após cada refeição (ou pelo menos 2 vezes ao dia) — escove com escova específica para prótese e sabão neutro ou pasta própria para prótese, nunca pasta dental comum (é abrasiva e risca o acrílico)

  2. À noite, retire a prótese ANTES de dormir — o tecido gengival precisa descansar; dormir com a prótese aumenta o risco de candidíase, inflamação e perda óssea acelerada

  3. Quando fora da boca, mantenha a prótese imersa em água ou em solução desinfetante (Corega Tabs, Polident ou similar) — o acrílico ressecado deforma com o tempo

  4. Uma vez por semana, deixe a prótese imersa em solução de bicarbonato (1 colher de sopa em um copo de água) por 30 minutos para remover resíduos e manchas

  5. Não use água quente — deforma o acrílico permanentemente

  6. Não use água sanitária ou produtos com cloro — clareiam e ressecam o material

  7. Higienize também a sua boca (gengiva, língua, palato) com escova macia ou gaze úmida toda noite, mesmo sem dentes — remove biofilme e previne mau hálito

  8. Para PPR, escove os dentes naturais remanescentes (pilares) com atenção dobrada — eles sustentam a prótese e correm risco maior de cárie no ponto de contato com o grampo

  9. Para coroas, escove e use fio dental como dente natural, com atenção especial à linha de cimentação (linha entre coroa e gengiva, onde a placa se acumula)

  10. Reavalie a prótese a cada 6 meses junto com a limpeza dental — verificamos ajuste, integridade, desgaste dos dentes da prótese e saúde dos tecidos de apoio

  11. Faça reembasamento profissional a cada 2-3 anos — refazer a face interna da prótese para acompanhar a reabsorção natural do osso (a gengiva muda de volume com o tempo, e a prótese precisa acompanhar)

  12. Se sentir dor, ponto de pressão ou folga após 1 semana de uso, retorne para ajuste — pequenos refinamentos resolvem desconfortos que parecem grandes

  13. Em fraturas ou rachaduras, NÃO tente colar em casa com cola comum — leve ao consultório para reparo profissional ou refazimento

Retrato da Dra. Maria Vitória Lima, cirurgiã-dentista em Ituiutaba-MG

Quem cuida do seu tratamento

Dra. Maria Vitória Lima

CRO/MG 75659 · Ituiutaba-MG

Conheça a Dra. Maria

Perguntas frequentes

  • Quanto tempo leva para se adaptar a uma prótese dentária nova?
    Depende do tipo. Coroas e pontes fixas adaptam em dias — você quase não percebe a peça. Próteses parciais removíveis (PPR) costumam levar de 2 a 4 semanas para adaptação plena: fala, mastigação e sensação tátil se ajustam progressivamente. Próteses totais (dentaduras) exigem mais tempo, geralmente de 1 a 3 meses, porque envolvem mudanças mais significativas — toda a fonética muda, a salivação reage, os músculos mastigatórios se reorganizam para lidar com a nova base. Para acelerar a adaptação à fala, leia em voz alta nas primeiras semanas. Para acelerar a mastigação, comece com alimentos macios cortados em pedaços pequenos e progrida gradualmente. Pequenos pontos de pressão são esperados e ajustáveis nos retornos.
  • Quanto tempo dura uma prótese dentária?
    Uma prótese total ou parcial removível bem confeccionada e bem cuidada dura entre 5 e 10 anos antes de precisar de substituição. Coroas em cerâmica ou zircônia bem feitas duram 10 a 20 anos ou mais. Próteses sobre implantes (quando indicadas) tendem a durar 15+ anos com manutenção adequada. Em todos os casos, a durabilidade depende fortemente de: higiene diária, controle de bruxismo (se houver), revisões semestrais, ausência de traumas e — para removíveis — reembasamentos periódicos que acompanham a reabsorção natural do osso. Próteses que duram menos costumam estar associadas a uso noturno (dormir com a peça), higiene insuficiente, bruxismo não tratado ou perda de revisões.
  • Posso dormir com a prótese?
    Não. Dormir com a prótese removível aumenta significativamente o risco de candidíase oral (sapinho), inflamação gengival, reabsorção acelerada do osso alveolar e proliferação bacteriana. O tecido gengival precisa do período noturno para descansar, respirar e se manter saudável. A regra é simples: retirou para dormir, colocou ao acordar. Mantenha a prótese imersa em água ou em solução desinfetante durante a noite para não ressecar.
  • Próteses parciais removíveis 'mexem' os outros dentes?
    Quando bem confeccionadas e bem ajustadas, não. Uma PPR adequada se apoia de forma equilibrada nos dentes pilares (os que recebem os grampos) e os preserva. O problema aparece em próteses mal feitas, mal ajustadas ou usadas por muito tempo sem revisão: a sobrecarga nos pilares pode causar mobilidade, cárie no ponto de contato com o grampo e até perda do dente pilar. Por isso a revisão semestral é essencial — verificamos se os pilares estão saudáveis e se a prótese continua bem ajustada. Higiene rigorosa nos pilares também é decisiva: a região do grampo acumula mais placa que o normal.
  • Posso comer normalmente com prótese?
    Sim, com adaptação. Próteses removíveis exigem um período de aprendizado: nas primeiras semanas, prefira alimentos macios (sopas, purês, frutas amassadas), corte tudo em pedaços pequenos, mastigue dos dois lados ao mesmo tempo para estabilizar a peça, e evite alimentos muito duros ou pegajosos. Conforme a adaptação avança, a alimentação se aproxima do normal — mas alguns hábitos ficam para sempre: morder maçã inteira na frente, comer espigas de milho, descascar nozes com os dentes... isso não dá com prótese total. Já com PPR, a maioria dos alimentos volta ao normal após 4-8 semanas. Próteses sobre implantes oferecem mastigação muito próxima do natural — uma das vantagens dos implantes para quem quer essa liberdade.
  • É possível fazer prótese sobre implante? Vocês fazem?
    Sim, próteses sobre implantes são uma excelente opção em muitos casos — oferecem estabilidade superior, preservam o osso, eliminam grampos visíveis e proporcionam mastigação próxima do natural. Existem várias modalidades: implante unitário com coroa (para um único dente), prótese fixa sobre implantes (para uma série de dentes), overdenture (prótese total apoiada em 2-4 implantes mas ainda removível) e protocolo (prótese total fixa sobre 4-6 implantes, removível apenas pelo dentista). No nosso consultório, oferecemos diretamente as próteses removíveis convencionais — total e parcial. Para próteses sobre implantes, trabalhamos em parceria com cirurgiões-dentistas implantodontistas e protesistas da nossa rede regional — fazemos o planejamento inicial, encaminhamos para o procedimento especializado e seguimos acompanhando o seu cuidado geral.
  • Quanto tempo depois de uma extração posso fazer prótese?
    Para a prótese definitiva, recomendamos aguardar de 3 a 6 meses após a extração — esse é o tempo necessário para o osso alveolar e a gengiva cicatrizarem e estabilizarem. Se a prótese definitiva for confeccionada antes disso, em poucos meses ela ficará folgada porque o osso continuará reabsorvendo. Durante o período de espera, podemos confeccionar uma prótese provisória (imediata, instalada no mesmo dia da extração, ou interina, feita após 1-2 semanas) para que você não fique sem dentes no período de cicatrização. A provisória é descartável e é refeita ou ajustada quando a definitiva fica pronta.
  • Vou conseguir falar normalmente com a prótese?
    Inicialmente, alguns sons saem diferente — especialmente palavras com 's', 'z', 't' e 'd', que dependem do contato da língua com o palato (paladar duro). Próteses totais cobrem parte do palato, o que muda momentaneamente esses pontos de articulação. A fala se normaliza naturalmente em algumas semanas: o cérebro reaprende os movimentos da língua para os novos pontos de contato. Para acelerar esse processo, leia em voz alta todos os dias nas primeiras semanas — qualquer texto serve. Em PPR (que não cobre o palato), a adaptação fonética é geralmente muito mais rápida, de poucos dias a uma semana.
  • Coroa ou prótese — qual a diferença?
    Coroa é uma prótese que recobre integralmente um dente natural ainda presente — funciona como uma 'capa' que protege e restaura um dente muito comprometido (cárie extensa, fratura, após tratamento de canal). O dente natural está lá embaixo, fornecendo a raiz. Prótese (no sentido mais comum: parcial removível ou total) substitui o dente inteiro — incluindo a raiz, que foi perdida. Em outras palavras: coroa é para reforçar dente existente; prótese é para repor dente ausente. Algumas vezes os dois se combinam — uma PPR pode ter um grampo apoiado em um dente que recebeu coroa, por exemplo.
  • Quais os materiais da prótese e quanto tempo cada um dura?
    A base de próteses removíveis (total e PPR) é feita em resina acrílica termopolimerizável (PMMA) — material durável, biocompatível, com bom acabamento estético. Os dentes posicionados na prótese podem ser em resina sintética (mais comum, boa estética, preço acessível) ou em porcelana (durabilidade superior, estética premium, indicada em casos específicos). Para PPR convencional, a armação é em liga de cromo-cobalto (CrCo) — leve, resistente e biocompatível. Para PPR Flex, a armação é em polímero flexível (nylon-based, sem metal). Coroas podem ser em metalocerâmica (boa relação custo-benefício, durável), porcelana pura (estética superior, indicada em anteriores), ou zircônia (alta resistência + ótima estética, mais cara). Cada material tem indicação clínica específica que discutimos no planejamento.
  • Posso fazer prótese se tenho diabetes ou outra condição de saúde?
    Sim, com avaliação cuidadosa. Diabetes, hipertensão, osteoporose (especialmente em uso de bisfosfonatos), uso de anticoagulantes e outras condições crônicas não impedem a confecção de próteses, mas exigem planejamento específico. Em diabetes, controlamos a glicemia antes de procedimentos invasivos (extrações pré-prótese) para reduzir risco de infecção. Em uso de bisfosfonatos, avaliamos cuidadosamente extrações pelo risco de osteonecrose. Em anticoagulantes, seguimos protocolos atuais (varfarina exige INR recente; DOACs não precisam de ajuste). Informe todo o seu histórico médico e medicações em uso no agendamento — isso nos permite planejar a abordagem com toda a segurança.

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